10 vinhos chilenos que você precisa experimentar

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Vinhos Chilenos

Não é novidade que os vinhos produzidos no Chile ocupam um lugar de destaque quanto à qualidade da bebida.

Uma das grandes vantagens do vinho chileno, é a possibilidade de encontrá-los basicamente em todos os mercados brasileiros.

Os vinhos chilenos são conhecidos pelo Carmenère, mas o país também produz um bom Cabernet Sauvignon e Merlot.

Em ascensão desde muito cedo, o mercado de vinhos chileno despontou na América do Sul e sua fama se mantém até os dias de hoje.

Grande variedade de opções

Devido às inúmeras opções oferecidas, resolvi preparar uma lista considerando os 10 vinhos chilenos que você precisa provar. São vinhos simples, ligeiros, e alguns, mais complexos. A faixa de preço vai de R$ 30 a R$ 200. Explore-os.

Contribua

E não esqueça, se quiser contribuir para a lista indicando um vinho chileno que você gosta muito e acha que outras pessoas deveriam conhecer, é só deixar a indicação no campo de comentários que a gente adiciona a lista!

Vamos começar por um hit chileno? Então vamos lá:

1. Casillero del Diablo Merlot

O Casillero del Diablo, produzido na vinícola Concha Y Toro trata-se de um dos vinhos chilenos preferidos dos brasileiros.

Entre os motivos para tanto sucesso está o custo/benefício do produto, já que pelo fato dele ser produzido em grande escala, além da qualidade excelente o preço é bastante acessível.

Faixa de preço: R$ 50.

2. Santa Rita Medalla Real Cabernet Sauvignon

A renomada vinícola Santa Rita, uma das mais antigas do Chile, é famosa por produzir uma excelente variedade de vinhos, sendo o Cabernet Sauvignon um dos mais indicados e com um preço bem interessante.

A Santa Rita também produz um Syrah interessante, mas um pouco fora da faixa de preço ideal para a qualidade que entrega. No entanto, é uma ótima oportunidade de provar um Syrah um pouco diferente do que estamos acostumados. A qualidade compensa.

Faixa de preço: R$ 120.

3. Montes Cabernet Sauvignon ReservaVinhos chilenos que você precisa beber_Montes2

A bebida produzida nas conceituadas vinícolas de Aurélio Montes é reconhecida por sua elegância e por esta razão não poderia deixar de integrar a relação de vinhos chilenos que você precisa beber.

Este tinto é repleto de fruta, tem estilo redondo e presença marcante na boca proporcionado pela robustez da bebida.

A Montes costuma fazer vinhos honestos, gostosos e de bom custo benefício. Ao se deparar com um exemplar, vale a pena a aposta.

Faixa de preço: R$ 90.

4. Tarapacá Gran Reserva Sauvignon Blanc

Entre os vinhos chilenos que você precisa beber está também o Tarapacá Gran Reserva Sauvignon Blanc, produzido nas vinícolas de Tarapacá.

Detentor de um aroma frutado e refrescante, ele oferece excelente acidez com equilibrado teor alcoólico. Entre os vinhos brancos é um dos mais consumidos.

Uma aposta ainda melhor, é o Chardonnay Gran Reserva. Em um custo benefício excelente, pode ultrapassar apostas mais comuns para um dia de sol, ou até mesmo para harmonizar com frutos do mar. Vinho fresco, aromático e saboroso. Mostra as verdadeiras qualidades de um bom Chardonnay.

Faixa de preço: R$ 80.

Tabalí Reserva Especial Pinot Noir5. Tabalí Reserva Especial Pinot Noir

Produzido na região de Limarí, este vinho é um dos mais recomendados pelos chilenos. Trata-se de uma bebida fresca e bastante aromatizada com frutas como cerejas, morangos e especiarias.

O Pinot Noir da Tabalí chama atenção por lembrar grandes Pinots frescos da região da Patagônia Argentina, como o Saurus. Produz excelentes vinhos. Leves, prontos para beber, despretensioso, mas com custo benefício atraente.

É uma aposta válida para dias mais amenos, não tão frios, já que os vinhos não costumam trazer um corpo muito destacado.

Faixa de preço: R$ 90.

Santa Carolina Reservado Cabernet Sauvignon6. Santa Carolina Reserva Cabernet Sauvignon

De acordo com os especialistas, este é sem dúvida um dos vinhos chilenos que você precisa beber pelo fato dele ser bastante equilibrado, frutado e agradável.

Vinho simples, de ótimo preço, para ser batido no dia a dia. A bebida é produzida por um dos principais grupos de produtores chilenos, o Carolina Wine Brands, possuindo mais de 135 anos de tradição.

Uma outra vantagem dos vinhos Santa Carolina é a vantagem de serem encontrados em diversas redes de supermercados Brasil a fora. Vale experimentar. Baixo investimento e ótimo sabor.

Faixa de preço: R$ 30.

Leyda Classic Pinot Noir7. Leyda Classic Pinot Noir

Ainda em se tratando dos melhores vinhos do Chile, outro deles produzido com a uva Pinot Noir é considerado um dos melhores do país. Oriundo das vinícolas da região de Santo Antônio, o Leyda Classic Pinot Noir é bastante consumido pelos brasileiros.

Mais uma vez, é interessante ressaltar. A Argentina tem uma das melhores regiões para o plantio da Pinot Noir na região da Patagônia. Por ser uma uva delicada e sensível, seu cultivo é particularmente difícil e de baixa produção. Aqui, o Chile consegue mostrar outro exemplar da América do Sul que vale a pena.

Faixa de preço: R$ 80.

Marques de Casa Concha Camenère 8. Marques de Casa Concha Camenère

Também produzido pelas vinícolas da Concha Y Toro, este vinho é um dos mais consumidos no Brasil. Trata-se de uma bebida com notável qualidade tendo recebido inclusive premiações internacionais.

Com qualidade superior aos conhecidos Concha y Toro, o Marques traz muito bem definidos os aromas, sabores e cor. Um conjunto completo e bem apresentado de um produto melhor acabado.

Costuma apresentar qualidade boa, embora seu custo seja um pouco avançado para o produto em questão. Devido a marca ser bem conhecida, o preço pode, as vezes, ser superior ao produto entregue. Escolha as safras cuidadosamente. São vinhos com certa capacidade de envelhecimento.

Faixa de preço: R$ 120.

Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon9. Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon

Outro dos vinhos chilenos que você precisa beber é o Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon. Com um vermelho intenso, mesclando uvas e especiarias, ele possui um aroma elegante e suave com sabor fresco e frutado.

Mais uma vez, o 120 pode ser encontrado em diversas redes de supermercado no Brasil. Muito conhecido pelo bom custo benefício.

Um vinho ligeiro, não pretensioso. Vem para ser u vinho batido no dia-a-dia. Não demonstra muita complexidade mas é um vinho correto e bem feito.

Faixa de preço: R$ 30.

Emiliana Coyam10. Emiliana Coyam

Este vinho consiste numa saborosa mistura entre diversas variedades de uvas e trata-se de um dos preferidos dos brasileiros.

Ele é produzido por uma das maiores vinícolas do mundo, a Emiliana Organic Vineyards. Tem a proposta diferente de vinhos orgânicos, que vêm ganhando notoriedade em sua produção. A Redação do Vem da Uva vem experimentando alguns vinhos orgânicos para um especial e vêm percebendo a grande qualidade que apresentam.

Faixa de preço: R$ 200.

Batendo o martelo

Vinhos chilenos com excelência na qualidade e preços para todos os bolsos é o que não faltam. Nosso perfil mostrou pra você vinhos de valores mais elevados e vinhos de menor valor, tudo para que você consiga encaixar uma opção excelente para o seu bolso e ocasião.

Dito isso, não posso deixar de enaltecer os brasileiros

Os vinhos nacionais mostram tanta ou melhor qualidade que todos os vinhos mostrados aqui nessa lista. O que a gente, aqui na redação, percebe, é que os vinhos nacionais iniciam a qualidade na faixa de 45 reais. Passando a mostrar vinhos incríveis na casa dos 60 reais. O chile, no entanto, têm vinhos honestos e simplistas na casa dos R$ 30 reais.

LEMBRE-SE!
Explore os vinhos nacionais. A qualidade é tão boa ou melhor que os chilenos.

Eu e toda a redação do Vem da Uva, somos fanáticos nos vinhos nacionais. Acreditamos fielmente em uma produção maravilhosa de vinhos de qualidade no Brasil. E encorajamos vocês a experimentarem alguns vinhos nacionais. Vocês encontrarão diversas dicas na nossa seção de vinhos indicados.

E então, gostou das dicas?

Comente aqui sua opinião e é claro, me conte a sensação ao experimentar uma dessas indicações. Aliás, tem algum vinho que você acha que deveria ter figurado na lista? A gente adora aumentar listas, então, deixe sua indicação aí embaixo

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25 Comentários. Deixe novo

Vinho chileno bom e barato
5 de setembro de 2018 13:24

Ótimas dicas!
Alguns eu já experimentei, outras eu defintivamente preciso provar!
Parabéns pelo blog!

Responder

Tens razão! Não troco o Campo Largo por nenhum Chileno

Responder
Sandra Modaneze
11 de janeiro de 2019 16:27

Comprei um vinho chileno Santa Carolina merlot safra 2015. Qual sua opinião sobre este vinho?

Responder

Comecei agora no mundo dos vinhos. Ainda n consigo apreciar os secos. Alguma sugestão pra começar sem sentir muito?

Responder

Eu acrescentaria a lista varios vinhos feitos no no chile,mas não poderia faltar em especial o gran Tarauacá camenère ou cabernet sauvignon.

Responder

Compreendo a defesa dos vinhos nacionais e entendo haver alguma injustiça na avaliação dos nossos vinhos. Tenho um comércio de vinhos e sinto na pele a dificuldade de vender um vinho nacional. Porém existem uma razão: é difícil entender os preços praticados, e a que os vinhos chegam ao consumidor. Vinhos importados pagam impostos pesados, mas ainda assim conseguem competir com os nossos vinhos. Isso significa que os vinhos nacionais deveria comprar a briga comercial praticando preços mais justos, uma vez que tem a enorme vantagem de receberem uma carga fiscal bem mais leve.

Responder

    Engraçado, Álvaro. Se você conversar com qualquer produtor, o custo-imposto para produção de vinhos nacional é bem maior que o custo de se apenas importar o vinho da Argentina e Chile. A carga tributária de produção do vinho nacional é sem dúvidas maior que a carga de apenas importar o vinho chileno ou argentino.

    No entanto eu tenho uma opinião que diverge da maioria das pessoas. Acredito que até a casa dos 30 reais, realmente, pode-se encontrar vinhos muito bons tanto nacionais quanto importados. Almadén, Salton Classic, Aurora Varietal estão aí para isso. Porém quando você eleva a busca para um vinho de maior presença, com passagem por barrica, de corpo estruturado e equilibrado, acho que os argentinos perdem muito em preço. Um Angélica Zapata é um absurdo de caro. Conseguimos vinhos excelentes e de qualidade muito superior na Serra Gaúcha por menor preço. Vinícolas como Cave de Pedra, Peculiare, Pizzato, Cave Geisse, Don Giovanni, Cainelli, a própria Salton na linha Talento, Desejo e Virtude (vinhos gastronômicos), a Valmarino, Vinícola Calza. Temos um hall de vinícolas fazendo um bom trabalho com preços bem mais competitivos que muitas Argentinas e Chilenas. Temos dezenas de casos aqui que entregam vinhos de 60 a 90 reais que são extremamente superiores a vinhos dos mesmos preços Argentinos e Chilenos.

    O grande problema é dizer “Vinho Importado” ou “Vinho Argentino” ou “Vinho Chileno”, torna-se uma verdadeira marca e um argumento de venda extremamente eficiente. Falta educar o consumidor de vinho que o Brasil tem sim muito a entregar. E falta as vinícolas facilitar o acesso a esses vinhos. Deve-se levar o vinho nacional bom a pontos de venda comuns, como mercados. Algo que é caro. Na maioria das vezes eles ficam exclusivos a algumas lojas específicas e a restaurantes – nunca em grandes redes de mercado como Carrefour. Isso funcionaria como grande vitrine, o que iria causar interesse do consumidor em saber o que temos de nacionais em lojas especializadas.

    Infelizmente o setor produtivo ainda é muito novo e inexperiente. O mesmo digo para as associações que ajudam este mercado, como o IBRAVIN. O produtor precisa se unir criativamente e pensar em divulgar o vinho nacional fora das mídias especializadas. Buscar consumidores que ainda não estão vendidos ao “vinho importado”, e tentar converter estes a, pelo menos, experimentar o “vinho nacional”.

    Mas é uma discussão de opiniões, não existe certo ou errado, aqui. Mas foi boa a conversa 🙂

    Responder
      José Heleno da Silva Júnior
      20 de março de 2019 14:58

      Prezado, será que o fato de que vinhos brasileiros não terem um grande volume em vendas, não seja por causa dos vinhos de mesa suaves, feitos com uvas que não são as viti viníferas, fazendo com que haja um certo preconceito com os produtos brasileiros? Eu, por exemplo, há alguns anos atrás, por não ter conhecimento, adquiria esses vinhos e, só depois de um tempo, ao apreciar um Naturelle – produzido pela Casa Valduga – é que percebi qualidade, sabor e diferença. E também, concordo com a sua opinião sobre a dificuldade de encontrar excelentes vinhos nacionais com mais facilidade (até no comércio eletrônico não há muita variedade), torna-se exclusivo para poucos e não divulgado para muitos.

      Responder

        Com certeza está relacionado, José. Pra você ter uma ideia os dados do Ibravin de 2018 mostram que apenas 5% da produção de uvas nacional é de vitis vinífera. A safra desse ano não vai ficar muito diferente. Claro que, desses 95%, muitas são vendidas in natura, não vinificadas. Mas ainda assim isso aponta em uma direção que pouquíssimo do vinho nacional hoje é vinho fino, de vitis.

        Já participei de conversar intensas com pessoas do setor. Eu passo grande parte do tempo no Vale dos Vinhedos e é até curioso. Por exemplo, turista no Vale quase sempre é paulista. RS e SC não visita o Vale dos Vinhedos. Falta investimento em todo o setor vitícola. As poucas organizações que temos ainda estão muito focadas no regional, bairristas e esquecem que o consumidor é nacional.

        A gente também teria que ter uma estratégia de relações públicas mais bem estruturada. É o que acontece em Napa Valley nos EUA, por exemplo. Você não vê em seriados americanos alguém tomando drinks. Você vê vinho. Se o casal está na mesa jantando, é vinho. E querendo ou não, a TV ainda é a maior formadora de opinião, seguida pela Internet.

        A gente iniciou uma conversa nesse sentido mas acabou morrendo. Nos últimos anos tivemos até série nacional da Globo com a temática de vinho. E temos visto mais vinhos fazendo figuração em novelas e seriados. E isso influencia e muito o consumo.

        É um assunto que rende horas e horas de debate e conversa. Eu como sou da área de marketing, adoro falar sobre. Mas concordo com tua opinião sim. E vinho é uma coisa que só progride. A partir do momento que você bebe algo melhor, você não retorna. É um caminho sem volta. E é o que torna esse hobby tão legal. Sempre tem algo novo a ser explorado.

        Responder
Elizabeth Prada Foz
17 de fevereiro de 2019 12:12

Marcos Marcon quais as vinícolas brasileiras com vinhos bons brancos e Tintos ???

Responder

    Oi Elizabeth! Temos MUITAS! Vou destacar algumas que eu particularmente gosto muito:

    *BARCAROLA (produtor pequeno com vinhos incríveis e puristas, sem passagem por barrica, mas maravilhosos)
    CAINELLI – Bento Gonçalves
    *CAVE DE PEDRA
    *CAVE GEISSE – Pinto Bandeira (ambiente de tirar o fôlego)
    **DON GIOVANNI – Pinto Bandeira (espumantes de tirar o fôlego, se a Silvana te atender, pode dizer que o Marcos do Vem da Uva quem te indicou, um dos melhores Cabernet Franc nacional que já experimentei)
    DON LAURINDO
    LARENTIS
    MICHELE CARRARO
    **PECULIARE (pequeno produtor com vinhos incríveis)
    *PIZZATO (talvez os melhores nacionais que eu já tenha provado são de lá)
    **VALMARINO (pequeno produtor com vinhos incríveis)
    *CAVAS DO VALE (estilo de vinho muito interessante e próprio, pra quem gosta de expandir horizontes e experimentar coisas diferentes e novas)

    Essa lista deve faltar muita coisa, foi o que me veio em mente de primeira… Espero que tenha ajudado! 🙂

    Responder
ITABERABA NAZARENO CAVALCANTE
4 de março de 2019 16:18

Estive no Chile, 19/02/2019, e tomei um vinho CARMEM. Achei saboroso.

Responder
Maurício Miranda
21 de março de 2019 21:23

Gosto muito de vinho. Não sou um especialista, apenas aprecio. E tomo tanto os suaves quanto os mais finos, secos, sem preconceito. Acho que o que importa, no fim, é o prazer proporcionado! Salud!

Responder

Adoro Gran Reserva série Riberas da Concha e Toro. Por mim ele e o Marquês de Casa Concha são equivalentes e ele é um pouco mais barato. Consigo comprá-lo em torno dos 80 reais. Tanto o Carmenere como o Cabernet Sauvignon me agradam muito. Vale a pena experimentar.

Responder

    Vou te ser sincero, Eliane. O custo do Marquês acho um absurdo pro produto que entrega. É uma pena que o pessoal invista tanto em um vinho que entrega tao pouco, podendo experimenta alguns dos melhores vinhos nacionais como o DNA 99 da Pizzato, o Merlot Terroir da Miolo, o próprio Concentus da Pizzato também. O “4” da Casa Perini, o Lote 43 da Miolo também. O Septimum ou o Talento da Salton. O Millèsime da Aurora, um dos melhores varietais Cabernet do Brasil. Tantas opções que são mais baratas e melhores que os marquês. É uma pena que o consumidor brasileiro explore muito pouco o vinho nacional… Tenho que fazer uma postagem só apresentando esses vinhos premiuns nacionais.

    Responder

estou tomando vinho porque sofro de enxaqueca há 20 anos, como os cardiologistas recomendam o vinho resolvi experimentar, minhas crises de enxaqueca diminuíram muito, porém estou tomando um vinho nacional chamado Pergola, do rio grande do sul, por ser bem docinho, mas li em algum site que os vinhos chilenos são os melhores para a saúde devido a altitude em que as uvas são cultivadas, e a presença dos antioxidantes e´melhor, será que é verdade, gostaria de uma ajudinha

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