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59 Comentários. Deixe novo

  • Oi! Queria saber sua opinião sobre o vinho Grand Expedition carmenere?

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    • Oi Bruna, vou ficar te devendo. Não conheco 🙁 Mas se você me apontar um link pra eu conhecer melhor a vinícola já conseguimos tirar grandes indícios 🙂

      Marcos Marcon.

      Responder
  • Você tem informações sobre os vinhos Chardonnay Chilenos? Grata

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  • Marcos Marcon
    Fernando Jacques Bittencourt
    19 out, 2019 22:19

    Ontem à noite (18/10/19) abri uma garrafa de Cabernet Sauvignon chileno de nome Manto Blanco Safra 2017 da Vinícola Luis Felipe Edwards no Valle Central. Tomei com minha esposa num jantar na casa de minha sogra. Apenas eu e minha esposa o tomamos, sendo que eu tomei 70% da garrafa.
    O comprei no mesmo dia numa das lojas do Carrefour aqui em Curitiba por um preço muito acessível. O Carrefour é o importador e distribuidor dele. O Preço normal era de R$ 39,49 e numa promoção do dia, comprando 2 garrafas e informando-se o CPF no Caixa, o valor de cada garrafa caía para R$ 24,49.
    Como gosto de ficar garimpando novos vinhos cada vez que vou a Supermercados, resolvi neste dia trazer este vinho que não conhecia e o apreciei por demais. Não trouxe mais logicamente pelo risco de se errar na escolha; mas, certamente retornarei à loja para comprar várias garrafas da mesma Safra pois, mesmo não havendo mais a promoção, o custo benefício é excelente. Fica a dica para os apreciadores de vinho que querem ter um ótimo produto à baixo custo. Vale conferir, havia também Carnenère e Merlot; mas, não posso emitir opinião por não ter experimentado estas uvas.
    Um abraço Marcos e Parabéns pelo Blog…

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  • Marcos Marcon
    Marivanda
    20 set, 2019 18:22

    Excelente dica! Alguns não conheço, mas vou experimentar, com certez!

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  • Sou apaixonada pelos vinhos chilenos um melhor que o outro não troco por nem um outro

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  • Não entendi muito a questão de semi seco, seco, em relação a quantidade ou tipo de açúcar.

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    • Oi Walkyria!

      A nossa legislação diz o seguinte:

      I – seco – o que contiver até quatro gramas de glicose por litro;
      II – demi-sec ou meio-seco – o que contiver superior a quatro e até vinte e cinco gramas de glicose por litro; ou
      III – suave ou doce – o que contiver superior a vinte e cinco e até oitenta gramas de glicose por litro.

      Você vai encontrar mais informações sobre o assunto nesse artigo: https://www.vemdauva.com.br/vinho-suave-tem-acucar-adicionado/

      Marcos.

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  • Marcos, gostaria da sua opinião sobre os vinhos da Ventisquero. Simplesmente acho excelentes, mas vejo poucas avaliações. De preço nem tão atraente assim, na faixa de 120,00 a 160,00 uma garrafa de Ventisquero Grey é muito saboroso, mas tem também outros deste chileno mais em conta, como o Clasico, barato e ao meu sabor, não fica atrás de Casilero da mesma faixa.
    Parabéns pelo material!

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    • Clóvis,

      Pra ser bem sincero contigo, pra mim qualquer vinho passa do Casillero, rs. A linha Grey realmente faz excelentes vinhos, mas cometem um erro grosseiro ao expor esses vinhos no mercado muito antes do que eles deveriam ser bebidos. Chega a ser uma pena ver as pessoas abrindo um Grey Shiraz(o meu preferido deles) 2017 em 2019, por exemplo. Mais info sobre o assunto aqui: https://www.vemdauva.com.br/vinho-quanto-mais-velho-melhor/

      É um vinho que carece de mais tempo em cave, pra depois sair pra comercialização. Mas como eles ganharam muita fama, tem um giro enorme, o que impossibilita de se fazer isso. O consumidor que teria que ter essa consciência, coisa que a gente sabe que é difícil acontecer.

      A linha Ventisqueiro mesmo, percebi nos últimos anos uma queda na qualidade. Eu costumava beber o Chardonnay deles, mas por 100 reais eu compro Chardonnays nacionais que dão uma surra e ainda enterram o corpo do Ventisqueiro por menos de R$ 80. Caso do Valmarino Chardonnay, Calza Chardonnay, Cainelli Chardonnay e alguns de grandes vinícolas como o Miolo Couvee Giuseppe Chardonnay, o Casa Valduga Leopoldina e o meu preferido: Salton Virtude Chardonnay, que pra mim é o melhor exemplar de Chardonnay nacional que temos hoje…

      Em resumo eu diria que o problema do Ventisqueiro é o preço. Assim como muito dos vinhos Chilenos ou Argentinos que ganham fama. O custo benefício não bate, principalmente quando você conhece a produção de vinhos nacional…

      Acho que é isso, Clovis! Qualquer coisa, só perguntar!

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  • Marcos Marcon
    Daisy Beck
    14 jul, 2019 18:25

    Ótimas dicas! já experimentei o Cassilero del Diablo, outros eu preciso provar!
    Parabéns pelo blog!

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  • Marcos, você não disse nada do chileno santa helena. O que vc. acha dele??

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    • Boa pergunta, Antonio! Eu particularmente sou fã dos Chardonnays deles. Até as linhas inferiores mostram produtos de boa qualidade. Os tintos já deixam um pouco a desejar no preço que chegam por aqui. O Sauvignon Blanc tenho minhas ressalvas também. E o rosé. Mas toda a linha de Chardonnay, pelo menos as duas últimas safras, estão de parabéns! 🙂

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  • Sou um fã dos vinhos da Larentis ( vinícola de Bento Gonçalves).

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  • Sou um fã dos vinhos da Larentis ( vinícola de Bento Gonçalves). O espumante moscatel deles na minha opinião é o melhor moscatel feito no Brasil. Vale muito experimentar.

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    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      19 jun, 2019 02:11

      Eu também gosto muito dos vinhos deles, Raí! Tem uma edição limitada que eles lançaram há uns anos, ainda tenho um exemplar aqui na adega. O Moscatel deles não lembro muito bem, mas lembro o suficiente pra te dizer que realmente é um daqueles moscatéis que não são doces num nível enjoativo, o que pra mim já é sempre uma ótima qualidade!

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      • Olá
        O que vc pode me dizer sobre os vinhos Autoritas da vinícola LFE?
        Obrigado.

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        • Marcos Marcon
          Marcos Marcon
          20 jun, 2019 13:39

          Bom dia Everson,

          Infelizmente não vou conseguir te ajudar. Nunca experimentei um Autoritas 🙁

          Marcos.

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          • Ok
            Vi recentemente nun mercado mas não encontrei nada sobre eles. Comprei mas ainda não abri. Se provar algum dia, deixa sua impressão aqui.

          • Pode deixar Everson, anotei seu e-mail e marquei seu comentário como importante. Se eu me deparar com eles, faço o test drive! haha

  • Marcos Marcon
    João Carlos
    2 jun, 2019 18:35

    Os vinhos suaves que dizem ser de uvas nobres como cabernet ou meto são reais ou falsos ?

    Responder
    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      2 jun, 2019 19:47

      Hoje os visitantes estão afiados, ótima pergunta João! Não é uma questão de serem “falsos”. A legislação brasileira define uma quantidade de gramas/litro de açúcar que o vinho precisa ter para ser seco, demi ou suave. Ela não diz de onde esse açúcar precisa vir. Ou seja, se eu quiser colocar açúcar refinado no vinho e chamar ele de “suave”, eu posso. Lembrando sempre que essa é a legislação nacional. Nós compramos muito vinho demi-sec ou semi-seco chileno, argentino, etc. se eles fossem enquadrados na legislação nacional. Como não sao, chegam no Brasil como “vinho seco”, mas se fossemos medir a quantidade de açúcar, seriam semi-sec. Então não é uma questão de serem falsos, se a legislação diz que pode, então pode…

      Responder
  • Comprei um cabernet Sauvignon Panul 2017 e amei. Qual sua opinião sobre ele?

    Responder
    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      2 jun, 2019 19:58

      Se não estou enganado o Panul é da Viñenos Marchigue. Eles produzem bons vinhos, esse é um de entrada deles. Nunca bebi, mas se seguirem os outros rótulos deles, é um vinho gostoso e descompromissado, pra beber “a esquecer”, como dizem. Eu conheço apenas a linha “Marchigue Liebre”. Vou ficar te devendo essa, Adriana 🙁

      Responder
  • obrigada, vou tentar migrar para os secos sim para evitar o açucar, creio que existam secos saborosos, e uma questao de ajustar o paladar.

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    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      1 jun, 2019 03:41

      Exato, Sonia!

      Eu sugiro começares pelos Carménère e pelo Pinot Noir. Fáceis de beber. 🙂

      Abraço!
      Marcos.

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  • estou tomando vinho porque sofro de enxaqueca há 20 anos, como os cardiologistas recomendam o vinho resolvi experimentar, minhas crises de enxaqueca diminuíram muito, porém estou tomando um vinho nacional chamado Pergola, do rio grande do sul, por ser bem docinho, mas li em algum site que os vinhos chilenos são os melhores para a saúde devido a altitude em que as uvas são cultivadas, e a presença dos antioxidantes e´melhor, será que é verdade, gostaria de uma ajudinha

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  • Marcos Marcon
    Eliane Macedo
    22 mar, 2019 17:22

    Adoro Gran Reserva série Riberas da Concha e Toro. Por mim ele e o Marquês de Casa Concha são equivalentes e ele é um pouco mais barato. Consigo comprá-lo em torno dos 80 reais. Tanto o Carmenere como o Cabernet Sauvignon me agradam muito. Vale a pena experimentar.

    Responder
    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      23 mar, 2019 10:24

      Vou te ser sincero, Eliane. O custo do Marquês acho um absurdo pro produto que entrega. É uma pena que o pessoal invista tanto em um vinho que entrega tao pouco, podendo experimenta alguns dos melhores vinhos nacionais como o DNA 99 da Pizzato, o Merlot Terroir da Miolo, o próprio Concentus da Pizzato também. O “4” da Casa Perini, o Lote 43 da Miolo também. O Septimum ou o Talento da Salton. O Millèsime da Aurora, um dos melhores varietais Cabernet do Brasil. Tantas opções que são mais baratas e melhores que os marquês. É uma pena que o consumidor brasileiro explore muito pouco o vinho nacional… Tenho que fazer uma postagem só apresentando esses vinhos premiuns nacionais.

      Responder
  • Marcos Marcon
    Maurício Miranda
    21 mar, 2019 21:23

    Gosto muito de vinho. Não sou um especialista, apenas aprecio. E tomo tanto os suaves quanto os mais finos, secos, sem preconceito. Acho que o que importa, no fim, é o prazer proporcionado! Salud!

    Responder
  • Marcos Marcon
    ITABERABA NAZARENO CAVALCANTE
    4 mar, 2019 16:18

    Estive no Chile, 19/02/2019, e tomei um vinho CARMEM. Achei saboroso.

    Responder
  • Marcos Marcon
    Elizabeth Prada Foz
    17 fev, 2019 12:12

    Marcos Marcon quais as vinícolas brasileiras com vinhos bons brancos e Tintos ???

    Responder
    • Oi Elizabeth! Temos MUITAS! Vou destacar algumas que eu particularmente gosto muito:

      *BARCAROLA (produtor pequeno com vinhos incríveis e puristas, sem passagem por barrica, mas maravilhosos)
      CAINELLI – Bento Gonçalves
      *CAVE DE PEDRA
      *CAVE GEISSE – Pinto Bandeira (ambiente de tirar o fôlego)
      **DON GIOVANNI – Pinto Bandeira (espumantes de tirar o fôlego, se a Silvana te atender, pode dizer que o Marcos do Vem da Uva quem te indicou, um dos melhores Cabernet Franc nacional que já experimentei)
      DON LAURINDO
      LARENTIS
      MICHELE CARRARO
      **PECULIARE (pequeno produtor com vinhos incríveis)
      *PIZZATO (talvez os melhores nacionais que eu já tenha provado são de lá)
      **VALMARINO (pequeno produtor com vinhos incríveis)
      *CAVAS DO VALE (estilo de vinho muito interessante e próprio, pra quem gosta de expandir horizontes e experimentar coisas diferentes e novas)

      Essa lista deve faltar muita coisa, foi o que me veio em mente de primeira… Espero que tenha ajudado! 🙂

      Responder
  • Marcos Marcon
    Álvaro Lopes
    2 fev, 2019 19:18

    Compreendo a defesa dos vinhos nacionais e entendo haver alguma injustiça na avaliação dos nossos vinhos. Tenho um comércio de vinhos e sinto na pele a dificuldade de vender um vinho nacional. Porém existem uma razão: é difícil entender os preços praticados, e a que os vinhos chegam ao consumidor. Vinhos importados pagam impostos pesados, mas ainda assim conseguem competir com os nossos vinhos. Isso significa que os vinhos nacionais deveria comprar a briga comercial praticando preços mais justos, uma vez que tem a enorme vantagem de receberem uma carga fiscal bem mais leve.

    Responder
    • Engraçado, Álvaro. Se você conversar com qualquer produtor, o custo-imposto para produção de vinhos nacional é bem maior que o custo de se apenas importar o vinho da Argentina e Chile. A carga tributária de produção do vinho nacional é sem dúvidas maior que a carga de apenas importar o vinho chileno ou argentino.

      No entanto eu tenho uma opinião que diverge da maioria das pessoas. Acredito que até a casa dos 30 reais, realmente, pode-se encontrar vinhos muito bons tanto nacionais quanto importados. Almadén, Salton Classic, Aurora Varietal estão aí para isso. Porém quando você eleva a busca para um vinho de maior presença, com passagem por barrica, de corpo estruturado e equilibrado, acho que os argentinos perdem muito em preço. Um Angélica Zapata é um absurdo de caro. Conseguimos vinhos excelentes e de qualidade muito superior na Serra Gaúcha por menor preço. Vinícolas como Cave de Pedra, Peculiare, Pizzato, Cave Geisse, Don Giovanni, Cainelli, a própria Salton na linha Talento, Desejo e Virtude (vinhos gastronômicos), a Valmarino, Vinícola Calza. Temos um hall de vinícolas fazendo um bom trabalho com preços bem mais competitivos que muitas Argentinas e Chilenas. Temos dezenas de casos aqui que entregam vinhos de 60 a 90 reais que são extremamente superiores a vinhos dos mesmos preços Argentinos e Chilenos.

      O grande problema é dizer “Vinho Importado” ou “Vinho Argentino” ou “Vinho Chileno”, torna-se uma verdadeira marca e um argumento de venda extremamente eficiente. Falta educar o consumidor de vinho que o Brasil tem sim muito a entregar. E falta as vinícolas facilitar o acesso a esses vinhos. Deve-se levar o vinho nacional bom a pontos de venda comuns, como mercados. Algo que é caro. Na maioria das vezes eles ficam exclusivos a algumas lojas específicas e a restaurantes – nunca em grandes redes de mercado como Carrefour. Isso funcionaria como grande vitrine, o que iria causar interesse do consumidor em saber o que temos de nacionais em lojas especializadas.

      Infelizmente o setor produtivo ainda é muito novo e inexperiente. O mesmo digo para as associações que ajudam este mercado, como o IBRAVIN. O produtor precisa se unir criativamente e pensar em divulgar o vinho nacional fora das mídias especializadas. Buscar consumidores que ainda não estão vendidos ao “vinho importado”, e tentar converter estes a, pelo menos, experimentar o “vinho nacional”.

      Mas é uma discussão de opiniões, não existe certo ou errado, aqui. Mas foi boa a conversa 🙂

      Responder
      • Marcos Marcon
        José Heleno da Silva Júnior
        20 mar, 2019 14:58

        Prezado, será que o fato de que vinhos brasileiros não terem um grande volume em vendas, não seja por causa dos vinhos de mesa suaves, feitos com uvas que não são as viti viníferas, fazendo com que haja um certo preconceito com os produtos brasileiros? Eu, por exemplo, há alguns anos atrás, por não ter conhecimento, adquiria esses vinhos e, só depois de um tempo, ao apreciar um Naturelle – produzido pela Casa Valduga – é que percebi qualidade, sabor e diferença. E também, concordo com a sua opinião sobre a dificuldade de encontrar excelentes vinhos nacionais com mais facilidade (até no comércio eletrônico não há muita variedade), torna-se exclusivo para poucos e não divulgado para muitos.

        Responder
        • Marcos Marcon
          Marcos Marcon
          20 mar, 2019 20:13

          Com certeza está relacionado, José. Pra você ter uma ideia os dados do Ibravin de 2018 mostram que apenas 5% da produção de uvas nacional é de vitis vinífera. A safra desse ano não vai ficar muito diferente. Claro que, desses 95%, muitas são vendidas in natura, não vinificadas. Mas ainda assim isso aponta em uma direção que pouquíssimo do vinho nacional hoje é vinho fino, de vitis.

          Já participei de conversar intensas com pessoas do setor. Eu passo grande parte do tempo no Vale dos Vinhedos e é até curioso. Por exemplo, turista no Vale quase sempre é paulista. RS e SC não visita o Vale dos Vinhedos. Falta investimento em todo o setor vitícola. As poucas organizações que temos ainda estão muito focadas no regional, bairristas e esquecem que o consumidor é nacional.

          A gente também teria que ter uma estratégia de relações públicas mais bem estruturada. É o que acontece em Napa Valley nos EUA, por exemplo. Você não vê em seriados americanos alguém tomando drinks. Você vê vinho. Se o casal está na mesa jantando, é vinho. E querendo ou não, a TV ainda é a maior formadora de opinião, seguida pela Internet.

          A gente iniciou uma conversa nesse sentido mas acabou morrendo. Nos últimos anos tivemos até série nacional da Globo com a temática de vinho. E temos visto mais vinhos fazendo figuração em novelas e seriados. E isso influencia e muito o consumo.

          É um assunto que rende horas e horas de debate e conversa. Eu como sou da área de marketing, adoro falar sobre. Mas concordo com tua opinião sim. E vinho é uma coisa que só progride. A partir do momento que você bebe algo melhor, você não retorna. É um caminho sem volta. E é o que torna esse hobby tão legal. Sempre tem algo novo a ser explorado.

          Responder
  • Marcos Marcon
    Kuka de souza.
    26 jan, 2019 17:46

    Eu acrescentaria a lista varios vinhos feitos no no chile,mas não poderia faltar em especial o gran Tarauacá camenère ou cabernet sauvignon.

    Responder
  • Comecei agora no mundo dos vinhos. Ainda n consigo apreciar os secos. Alguma sugestão pra começar sem sentir muito?

    Responder
  • Marcos Marcon
    Sandra Modaneze
    11 jan, 2019 16:27

    Comprei um vinho chileno Santa Carolina merlot safra 2015. Qual sua opinião sobre este vinho?

    Responder
  • Tens razão! Não troco o Campo Largo por nenhum Chileno

    Responder
  • Marcos Marcon
    Vinho chileno bom e barato
    5 set, 2018 13:24

    Ótimas dicas!
    Alguns eu já experimentei, outras eu defintivamente preciso provar!
    Parabéns pelo blog!

    Responder

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