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24 Comentários. Deixe novo

  • Marcos Marcon
    guilherme lima
    27 dez, 2019 14:08

    ola Marcos,
    não é um comentario é uma pergunta: existe algum carmenere argentino?

    Responder
  • Marcos Marcon
    Lucia fernands
    1 jul, 2019 16:27

    Adorei sua explicação. Sou leiga sobre vinho , hoje vou saborear esse carmenère. Gostaria de saber mais sobre. Obrigado.

    Responder
  • Marcos Marcon
    Dayse Rocha
    4 jun, 2019 06:59

    Olá! Provamos um Carmenére ontem e fiquei curiosa , vim pesquisar! Este texto é muito rico em detalhes e muito completo. Parabéns! Meu marido e eu somos apreciadores do vinho e leigos também rs. Gratidão!

    Responder
    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      6 jun, 2019 02:19

      Eu quem agradeço, Dayse! Pela visita e por tirar um tempinho pra deixar essas palavras gentis. Continue visitando a gente que em breve sairão novos textos! <3

      Marcos.

      Responder
  • Marcos Marcon
    Maria Teresa de Castro Abreu Meirelles Lima
    1 jun, 2019 17:44

    Olá Marcos, vou fazer um jantar para meus confrades e gostaria de servir comida síria com o vinho Carménère, o que você acha ???

    Responder
    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      2 jun, 2019 20:00

      Acho que você está no caminho, Maria. Carménère com alguma estrutura, de produtores mais artesanais devem alcançar o seu objetivo com maestria. Tente pegar uns Carménère um pouco mais “caro” pra fugir dos muito frutados. Cabernet Sauvignon também vai fluir com sua ideia. Na minha experiência com comida árabe os vinhos precisam ter bastante tanino e acidez. Principalmente se você for servir carne crua em algum prato. Espumante pra entrada também vai. Aliás, espumante brut e kibe cru vão muito bem, na minha opinião 🙂

      Responder
  • Marcos Marcon
    Marília Marques Lopes
    29 abr, 2019 12:02

    Olá! Fui a uma hamburgueria estilo francesa em PoA. Eles tinham somente vinho carménère para oferecer. Mas acho que foi uma boa combinação…

    Responder
    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      3 Maio, 2019 02:29

      Hamburger com Carmenère realmente, acho que não tem muito erro, principalmente se for um vinho de safra jovem! 🙂

      Responder
  • Marcos Marcon
    Marcos Lopes
    2 jan, 2019 12:04

    Não sou um especialista em vinhos, mas eu amo de paixão. Há mais ou menos 1 ano descobri o sabor do Carménère e nunca mais tomei outro vinho, em especial gosto da Vinicula Santa Helena. Adorei o post.

    Responder
  • Estou amando as aulas. Muito obrigada pelas explicações.

    Responder
  • Marcos Marcon
    Ricardo Santiago
    19 dez, 2018 01:05

    Uma fera, no comentário mandou muito também!!

    Responder
  • Acabei de comprar um e vim aqui correndo para me certificar de como apreciar. Parabéns!

    Responder
  • Marcos Marcon
    agnello cerqueira
    3 jan, 2018 19:37

    Embora leigo, achei bastante didático o comentário. Aprendi coisas elementares que sobre as quaisnão tinha conhecimento. Parabéns.

    Responder
  • Marcos Marcon
    Renato Kioyuki Oiko
    30 ago, 2017 11:20

    Olá, Marcos!

    No seu texto “A Merlot traz uma textura mais encorpada, rugosa. Enquanto a Carménère não tem esse poder de dar uma textura “aveludada” ao vinho.” não há uma discrepância ao afirmar que o Merlot tem textura rugosa e depois dizer que o Carmenére não pode ter esta mesma textura do Merlot?
    Veja, sou completo ignorante na arte do vinho.

    Responder
    • Oi Renato!

      Não sei se eu compreendi muito bem o que você quis dizer. Talvez se você levar em conta a frase anterior que você não cita, quando eu digo que “a Carménère não tem a mesma delicadeza que a Merlot” e depois dizer que a Merlot é “rugosa”, aí sim, talvez tenha uma discrepância. Nessa frase, quando eu cito que a Merlot é mais delicada, eu quis me referir a um vinho mais “redondo” do que realmente “delicado”. Poderia ter posto de outra forma pra ficar mais claro, de fato.

      Mas vou tentar colocar em outras palavras pra ver se a gente se encontra, rs:

      A Merlot tem uma textura um pouco mais presente, você sente uma espécie de porosidade na língua. Ela cria uma sensação aveludada. Já a carménere não tem esse poder. Ela é uma uva, ainda que tânica, sem muita experiência tátil, que é o que a Merlot consegue fazer em boca. Digamos que na Merlot você consegue ter uma experiência física, tátil, você sente as características da uva fisicamente na sua boca, a tal porosidade, como se criasse uma espécie de “poeirinha” sobre a língua. A Carménère não tanto. Ela tem os taninos, que podem secar a língua (o que não deixa de ser uma experiência física), mas não tem essa sensação “rugosa” que eu cito na Merlot. Não deixa a língua “aveludada”. Essa era a intenção no texto…

      Consegui ser mais claro?

      Abraço!
      Marcos.

      Responder

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