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19 Comentários. Deixe novo

  • comprei o tal sangue de boi suave, no rótulo não diz ter açúcar na composição, quando tomei ele, cara notei uma falta de um tom adocicado, mas deixando na geladeira notei que ficou mais adoçado, isso é normal?

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    • Não posso te afirmar Felipe, mas o que pode ter acontecido é que com o tempo de geladeira o açucar pode ter precipitado, ficando mais ao fundo. Além disso, a temperatura pode alterar a percepção gustativa, assim como percebemos mais o alcool no vinho quando o bebemos quente, e menos, quando bebemos gelado.

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  • Marcos Marcon
    José de Souza Gomes
    16 jun, 2019 03:09

    Mais um aficionado pelo Néctar dos Deuses, com todo prazer farei parte desse seleto grupo… Aí pergunto🤔🤗
    Confraria ou Confeitaria?
    Desculpem a brincadeira…🤣 Tim, Tim!
    Saúde! Salud! Salute! Santé! Cheers! Prost!

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  • Marcos Marcon
    Wellington joege
    14 jun, 2019 09:39

    Gostei muito. Obrigado

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    • Marcos Marcon
      Marcos Marcon
      15 jun, 2019 04:25

      Muito obrigado Wellington. Eu quem agradeço pela visita e por você ter tirado um tempinho pra deixar esse recadinho que sempre anima a galera aqui na redação! 🙂

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  • Marcos Marcon
    Roberto Biazon
    3 ago, 2017 12:55

    Caro Marcos, eu desconheço toda a interpretação sobre a cultura do vinho, sou um iniciante, curioso e na atual conjuntura posso me qualificar como: consumidor regular de vinho, quando me vejo em reunião com amigos.
    Como tal, me chamou atenção todo seu comentário pelo qual o parabenizo, muito esclarecedor. Pretendo ler em sua totalidade com calma…
    De momento, chego a conclusão que o assunto vinho, trás em seu bojo a adjetivação de ser o néctar dos deuses e muita filosofia a se explorar… fraternal abraço!

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    • Exato, Roberto!

      Eu acho que você pegou a essência. Eu costumo dizer que existem dois tipos de consumidores de vinho. Os consumidores e os que querem entender o vinho consumido. Ambos têm caminhos lindíssimos pela frente. Não há nada de errado em consumir vinho sem saber detalhes sobre a bebida. Mas como todo e qualquer assunto, quando a gente gosta, acaba querendo saber um pouco mais. Uma curiosidade aqui, outra ali. Isso faz com que a gente acabe virando fã do que bebe. Tem gente que leva esse aprendizado a um nível extremo (olha eu, escrevendo um blog sobre o assunto), e tem gente que gosta de ficar por dentro, ir aprendendo aos poucos, pessoas como você ou os outros milhares de leitores do blog. E tem gente que entra apenas pra saber como guardar o vinho na geladeira depois de aberto. Todo mundo tá certo! 🙂

      A informação e os vinhos estão a postos para todos os tipos de consumidor!

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  • Gostei das informações prestadas. Ja participei de uma “Cata” de vinhos na Espanha, numa vinicultura premiada. Adorei e também aprendi um pouco.
    Amo vinho.

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  • Marcos Marcon
    Ione Coco
    5 jun, 2017 09:09

    Marcos, gostei muito de seu post mas tenho duas duvidas que gostaria de ver esclarecidas:
    1a o consumo de vinhos finos de mesa no Brasil de 90% a que se revere a IBRAVIN é no RGS, o numero que eu conhecia era 70% no Brasil todo incluindo os vinhos Finos importados, Confere?
    2a pelo que você diz os Italianos encontraram uvas americanas aqui no Brasil quando imigraram, eu não sabia que tínhamos uvas americanas no Brasil. O que eu sabia é que eles trouxeram uvas de casa (principalmente do Veneto) que não se adaptaram aqui devido ao clima chuvoso, quente e terreno. Mas os Alemães do Vale do Itajaí e Novo Hamburgo de alguma maneira trouxeram uvas da America do Norte (onde sim existiam as uvas americanas) que usavam para consumo in natura (porque não tinham know Know How de fazer vinhos). Mas estas uvas muito mais produtivas e bam adaptadas chamara a atenção dos Italianos que sabiam fazer vinhos e que, como não tinhas as uvas adaptadas as tomaram e começaram a fazer os vinhos da Colonia. Por favor esclareça. Grata, Ione

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    • Oi Ione!

      De fato, a gente não tem uva originária da America do Sul, então sim, é correto dizer que toda a uva encontrada aqui foi trazia em algum momento dos EUA. O inglês Thomas Messiter é creditado por trazer as variedades de uvas americanas pro Brasil lá por 1840. Antes disso, sim, os imigrantes tentaram fazer o plantio da uva europeia, ela não foi trazida em um primeiro momento, até porque já haviam tentativas do plantio da mesma no Brasil bem anterior a chegada dos Italianos.

      Quanto aos números que você comenta, realmente, a realidade hoje deve ser bem diferente. Nós tentamos fazer um panorama geral, porque infelizmente não temos nenhum estudo atualizado sobre o consumo de vinhos no Brasil, o último data de 2008. Naquele ano, tínhamos 5,7% de consumidores de vinhos finos, 11,6% de consumidores de vinhos de mesa, 5% de consumidores de espumantes (de mesa ou de uva fina), 1,7% de consumidores de sidras e derivados, 46,2 de consumidores de outras bebidas alcoólicas, possivelmente cerveja, e 29,8% de abstêmios.

      Esses números que você cita podem ser bem verdade, se levarmos em conta que a importação de vinhos finos deu um salto de 50 milhões de litros para 80 milhões de litros de 2006 até 2015. É um volume de 30 milhões de litros que impactam naquele valor inicial de uvas produzidas no RS. (fica difícil transformar os KG em Litros pra podermos fazer uma comparação, porque cada tipo de uva dá uma litragem diferente da bebida).

      Eu mandei um e-mail pro pessoal da Ibravin pra ver se conseguimos descobrir mais detalhes sobre o consumo do vinho de mesa vs. fino no Brasil. Assim que eu tiver um feedback eu te envio no seu e-mail, Ione Combinado? 🙂

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  • Marcos Marcon
    ALDINO GAZONI
    5 jun, 2017 08:50

    Marcos !
    Qual a temperatura ideal para se beber vinhos? Já ouvi muito, principalmente em alguns restaurantes que os vinhos tintos devem ser bebidos na temperatura ambiente. Somente os vinhos brancos é que podem ser gelados. Ora, posso estar num restaurante em que a temperatura local é de 32 graus, e daí isso é temperatura para o vinho?

    Responder
    • Bom dia Aldino!

      Com certeza, a temperatura do ambiente e da região vai influenciar no que realmente significa “temperatura ambiente”. Existe sim, uma faixa de temperatura que o vinho precisa pra demonstrar todas as suas características, não esconder algumas, e não deixar de mostrar outras.

      Nós temos essa postagem aqui que explica certinho esses detalhes, inclusive tem algumas ressalvas como você comentou, da região, do ambiente. Por exemplo, no inverno, um ambiente com aquecedor, vai exigir um vinho refrescado.

      Pra você entender certinho, aconselho você dar uma lida nossa postagem https://www.vemdauva.com.br/a-temperatura-do-vinho-realmente-importa/

      Qualquer dúvida, estou por aqui.

      Abraço!
      Marcos.

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  • Marcos Marcon
    Patrycia camoleze
    31 Maio, 2017 21:29

    Existe alguma diferença entre um vinho de tampa e um vinho com rolha?

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  • Você considera a red globe uva vitis labrusca?

    Responder
    • Esse artigo tem se mostrado didático até pra redação do Vem da Uva! Anônimo, a Red Globe é uma Vitis Vinífera, embora não seja utilizada para vinhos com muita frequência, por suas características não serem favoráveis a produção de vinhos com destaques em sabor.

      Ela é considera uma vitis vinífera de mesa, ou uma “uva de mesa fina”, como alguns a chamam. O principal atrativo dela é a produção de suco, por ser grande, ter poucas sementes e muita poupa. É bastante famosa na Asia, tendo quase que toda a produção dos EUA e Austrália direcionada praquele continente.

      Outras uvas viníferas que são consideradas de mesa: Itália, Rubi, Benitaka (mutação da Itália), Brasil (também mutação da Itália), Patrícia, Perlona, Red Globe e Ribier.

      Responder
  • Olá, Marcos! Belo texto, gostei muito!

    Tenho uma dúvida: um Cabernet Sauvignon cujo verso consta “Vinho Tinto de Mesa Fino”. Por que há o “de Mesa” nesse caso? Em outros vinhos constam somente: “Vinho Tinto Fino”. Há alguma diferença?

    abraço

    Responder
    • Muito obrigado, Thiago! Vamos a sua pergunta, que foi ótima. Tenho que adicionar essa curiosidade ao texto.

      Vamos lá. Alguns produtores usam a denominação “Vinho Tinto de Mesa Fino” no contra-rótulo, principalmente. Ele continua sendo um Vinho Fino, porque foi feito de variedades de uvas viníferas (Cabernet, Merlot, etc).

      Digamos que o vinho Fino pode ser de Mesa, mas o de Mesa não pode ser Fino. Logo, um vinho pode ser feito de Cabernet e o produtor chama-lo de “Vinho de Mesa Fino”, mas eu não posso fazer um vinho de Niágara, Isabel ou Concord e chamá-lo de Vinho Fino de Mesa, ou Vinho de Mesa Fino.

      A legislação permite o vinho Fino ser chamado de Mesa, mas não permite o vinho de Mesa ser chamado de vinho Fino.

      O termo “Vinho de Mesa Fino” costuma não significar nada, é apenas uma opção do produtor. Ou em alguns casos, identifica um vinho que não tem pretensão de mostrar grande complexidade, pode se referir a um vinho de qualidade inferior (grande produção de uvas, grande quantidade de produção, vinho para consumo rápido).

      Eu não chego a fazer essa ressalva, mas essas regras servem apenas para o Brasil. Na França, por exemplo, o “Vin de Table” (vinho de mesa, em tradução literal) é feito de uvas viníferas. Lá, o Vin de Table só designa a menor das categorias de qualidade do vinho. É como se fosse uma categoria na classificação de “Reserva, Reservado, Gran Reserva”.

      Resumo básico: o termo “Mesa” pode ser usado em qualquer vinho. O termo “Fino”, só pode ser usado em vinhos feitos de uvas Vitis Vinífera 🙂

      Responder

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