Mas vamos lá, vamos ao tema de hoje. Reserva e Reservado. Aqui pisamos em um território ainda mais delicado. No Brasil, Argentina e Chile (de onde a maioria dos nossos vinhos vêm), não existe uma legislação que controle e fiscalize o uso destes termos, portanto, é bom ficar de olho.

Na França e Espanha, por exemplo, existem legislações que definem quanto tempo de maturação o vinho precisa ter para ser rotulado como Reserva. Geralmente 12 meses de barricas de carvalho e mais 24 em garrafa, nas caves.

vinho-reservaMuito do que vemos de Reserva e Reservado é apenas um modo para atrair o consumidor. Porém há um certo consenso, principalmente com os Argentinos e Chilenos. O termo Reservado geralmente refere-se a vinhos de entrada e sem barrica. O Reservado, aqui, é apenas uma estratégia de venda. O Reserva já tem alguma passagem por barrica (embora não seja uma regra). Na hierarquia desses vinhos: Reservado, Varietal, Reserva, Reserva Especial e Gran Reserva.

Algumas vinícolas usam como estratégia para diferenciar tais vinhos, assinar os mesmos. Enólogos de renome no mercado são convidados a elaborar o vinho e por fim assinam o rótulo. São conhecidos como “vinhos assinados”, porém a denominação dá-se, em grande parte, pelo poder de marketing que o título oferece ao produto.

Fácil, tá vendo? Não precisa de muito pra entender de vinho. Se ficou alguma pergunta, pode deixar um comentário que eu lhe respondo! 😉

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