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Com a chegada do inverno no território brasileiro, a busca por vinhos de boa qualidade cresce consideravelmente. Por acaso, você já experimentou um vinho da nossa vizinha Argentina? Caso a resposta seja negativa, você não sabe o que está perdendo!

Hoje em dia, a Argentina ocupa a quinta posição entre os principais produtores desta bebida em todo o planeta, ficando atrás somente da França, Itália, Espanha e os EUA. No entanto, os argentinos se consolidaram como maior produtor, ultrapassando o Chile nos últimos anos.

Vale salientar que o país possui uma enorme variedade de uvas cultivadas e a maioria dos tipos de vinhos é achada facilmente por lá. Sejam vinhos tintos, brancos ou rosés. A produção argentina é de fazer inveja e conquistar qualquer paladar. Siga acompanhando para saber sobre os melhores vinhos do país!

11 vinhos argentinos que você necessita conhecer

1 – Um Syrah

A Syah também é uma casta com passado francês e tende a resultar em vinhos com uma coloração bem característica. Na Argentina, a Syrah corresponde a aproximadamente 12% das uvas tintas cultivadas nacionalmente.

Além do país sul-americano, esse tipo de vinho também pode ser achado na Europa e na Oceania. Com essa propagação em outros continentes, você já pode ter se deparado até com outras variações do seu nome: Shiraz, Sira e até Sirac.

A fruta proporciona uma bebida bem encorpada, profunda e cai muito bem com carnes, queijos mais fortes e até para os deliciosos fondues. No solo argentino, a plantação ocorre em locais com temperaturas elevadas, oportunizando notas aromáticas que se assemelham ao chocolate.

2 – Montesco Punta Negra Pinot Noir

Esse é um vinho de autor que deve ser saboreado genuinamente. A bebida é oriunda da Gualtallary, situada no Vale do Uco. Essa é uma região bastante elevada, selvagem e seca.

3 – Um Tempranillo

Em torno de 6% das uvas tintas dos nossos hermanos correspondem a essa variedade. Mesmo que não seja tão conhecida, a Tempranillo é destinada para a preparação de vinhos fantásticos. Isso porque esta é uma casta resistente e que se adéqua facilmente aos mais diferentes climas, dos locais mais castigados pelo frio até as altas temperatura.

A sua origem remete a Espanha, só que também é muito popular em Portugal. Quem está mais envolvido neste ramo pode reconhecer os termos “Tinta Roriz” ou “Aragonez” para a sua descrição.

Comumente, as bebidas feitas a partir desta fruta tem estrutura boa e taninos arredondados. O aroma, por sua vez, é similar às frutas vermelhas, couro e até notas terrosas.

4 – Um Bonarda

Vale salientar que a bonarda é a segunda variedade de uva mais cultivada porlá, alcançando 17% do mercado de vinho tinto. Ela chegou ao país através da imigração italiana ainda no século 19.

Gradativamente, essa variedade se ajustou bem as condições e ao terroir do território andino. O cultivo se concentra na área de Mendoza, uma vez que carece de temperaturas quentes para atingir o seu ponto de matura.

Famosa pelo excelente desempenho no campo, por muitas décadas, acabou sendo classificada como baixa qualidade. A mudança ocorreu há alguns anos e inúmeras vinícolas estão se dedicando a recuperar a essência da Bonarda, alcançando status relevante dentro do país.

5 – Mendel Semillón

Extremamente interessante e saboroso, esse tipo é produzido no Vale do Uco, sendo maravilhoso para servir como acompanhamento para entradas e/ou molejas.

6 – Um aromático Torrontés

Entre todas as castas apresentadas nesta lista, essa é a única que se enquadra na categoria branca. Embora não seja a predileta dos nossos hermanos, sendo ultrapassada para Pedro Gimenez, é classificada como a mais conhecida.

Esse retumbante prestígio se deve as bebidas de excelência. Até hoje ainda não se descobriu a sua origem com exatidão. Os pesquisadores acreditam que seja o derivado de um processo de cruzamento entre a Criolla Chica e a Moscatel de Alexandria.

É importante salientar que os locais que mais se dedicam a produção deste vinho no território andino são La Rioja e Salta. Nos dias de hoje, o vinho Torrontés se difere dos demais pelo cheiro bem frutado e floral, contendo tanto corpo quanto acidez mediana. Essas particularidades foram sendo obtidos com o passar do tempo, já que inicialmente essa bebida apresenta acidez mínima, sabor amargo e densa textura.

7 – Cruzat Rosé Extra Brut

Quem está procurando por um vinho espumante no país vizinho precisa experimentar o Cruzat Rosé Extra Brut. Esta é uma das bebidas mais incríveis que são feitas por lá hoje em dia.

8 – Claro, o Malbec

Oriunda da região Sudoeste da França, a uva Malbec foi levada para o nosso vizinho em 1953 a pedido do então presidente, Domingo Sarmiento. De modo geral, os vinhos deste tipo tem boa estrutura e acidez moderada, contando com notas maduras de frutas.

Feito, sobretudo, na localidade de Mendoza, onde há diversos vinhedos dedicados a essa variedade de uva. É importante salientar que o Malbec é considerado uma verdadeira referência entre os vinhos da Argentina.

9 – Gran Enemigo Cabernet Franc

Memorável entre as variedades de vinhos de gama elevada, este é um produto reconhecido em todo o planeta devido às inúmeras críticas internacionais já acumuladas.

10 – Um clássico Cabernet Sauvignon

Cerca de 15% das uvas tintas produzidas na Argentina pertencem a Cabernet Sauvignon. Essa variedade é superada somente pelo Malbec, que tem presença majoritária no mercado nacional com cerca de 30% e ainda da Bonarda.

Vista como um símbolo entre a uva tinta, essa casta tem sua origem vinculada a Bordeaux, famosa cidade francesa e acabou se adequando muito bem ao ambiente argentino. Gradativamente, o seu cultivo foi se fortalecendo e gerando bebidas de qualidade impecável.

Essa é uma excelente alternativa se a sua intenção é harmonizar uma taça de vinho com refeições mais untuosas, como, por exemplo, as carnes vermelhas.

11 – Clos de Los Siete

Qualquer apreciador de bons vinhos já deve ter ouvido falar do crítico de vinhos mais conhecido do globo, Robert Parket. E essa informação é bem relevante quando se trata dos Clos de Los Siete, pois essa bebida já contou com uma citação memorável na revista The Wine Advocate e, consequentemente, na escala Robert Parker. Entre os 100 pontos possíveis, esse vinho alcançou respeitáveis 89 pontos.