15 vinhos franceses que você precisa experimentar

Matéria por:

Como não se deliciar com a qualidade dos vinhos produzidos na França? Com status de terra dos sonhos para os admiradores desta maravilhosa bebida, o solo francês possui diversos termos e sabores incríveis.

Para conhecer os melhores vinhos que você deve experimentar ao desembarcar neste país europeu, basta conferir uma lista com 15 opções imperdíveis.

Aqui, não identificamos vinhos específicos, e sim regiões francesas e estilos de vinhos que você precisa conhecer. Não importa a marca.

1 – Chablis

Esse é um tipo de vinho branco bastante conhecido. Essa fama é tão grande que há até quem opte por se referir ao vinho branco propriamente como chablis.

Esse vinho pode ser consumido com carne de frango, sobretudo, no modo de preparo da cidade de Bresse.

Isso porque a região é considerada referência gastronômica para o preparado das aves. Mas, Chablis também combina com queijos de cabra, podendo ser achado em média por 20 euros.

2 – Beaujolais-nouveau

Esse nome se deve a um acontecimento muito famoso na localidade que ocorre sempre na terceira semana de novembro, preferencialmente, na quinta-feira.

Embora há quem desdenhe de sua excelência, esse tipo de vinho merece ser apreciado e pode ser encontrado por até 5 euros!

O termo também se deve a tonalidade avermelhada dos vinhos tintos, que precisam ser consumidos em até 24 meses para serem devidamente saboreados.

3 – Saint-émilion

Mesmo que você não tenha nenhum histórico com degustação de vinhos vai sentir algo diferente ao saboreá-lo. Anualmente, os hectares são capazes de produtos aproximadamente três milhões e meio de litros deste vinho!

E, diferente do que se imagina, o preço não é nada exagerado. O turista pode encontrar uma garrafa por 10 euros.

É importante salientar ainda que esse tipo é famoso por envelhecer extraordinariamente bem, pois algumas garrafas conseguem resistir por até duas décadas sem afetar a sua qualidade!

4 – Saint-Amour

Que nome, não é? Esse vinho tinto é feito a base da uva Gamay e acompanha pratos bem exóticos, como, por exemplo, coxinhas de rã, escargots e até cogumelos de Paris.

Contando com uma denominação de origem controlada, esse vinho tem aroma floral surge no Norte, próximo ao Rio Saône.

5 – Pouilly-Fuissé

Esse vinho é feito exclusivamente com uvas Chardonay, contendo uma cor dourada com reflexos esverdeados.

Os especialistas recomendam o seu consumo juntamente com crustáceos e quenelles de brochet, um típico bolinho francês de peixe.

Mas, é preciso ter cuidado ao procurar por esse produto! Isso porque é bem comum fazer alguma confusão com o Pouilly-fumé, fabricado em Nievre, nos vinhedos de Loire.

6 – Graves

O nome corresponde aos cascalhos do Rio Garone que cercam os três mil hectares que geram tanto vinhos brancos quanto vinhos tintos com valores bem em conta.

Além disso, os famosos Graves-supérieures correspondem a vinhos brancos bem adocicados e que até hoje possuem colheita manual.

Essa variedade é bastante aromática e ressalta o timo de novilho.

7 – Chinon

Este é um vinho extremamente reconhecido e eternizado pelas palavras do escritor Rabelais.

O Chinon se diferencia dos outros em função de sua aparência vermelha púrpura e se torna ainda melhor com o passar do tempo.

Além disso, o valor de compra pode variar de 5 até 20 euros.

8 – Banyuls

Esse vinho licoroso e naturalmente doce é responsável por chamar a atenção de milhares de visitantes ano após ano.

Aproximadamente 70 hectares fazem esse tipo de vinho, que está em condição apropriada para ser bebido 36 meses depois de finalizar a sua preparação.

No entanto, há quem diga que a melhor época para saborear esse vinho é após ser curtido por duas décadas.

9 – Hermitage

Esse é um nome que qualquer pessoa que se considere apreciadora de vinhos deve se familiarizar.

Produzido a partir da uva Syrah, a tonalidade vermelha conta com sofisticação e encanta a qualquer consumidor ainda nos primeiros goles.

No fim do processo produtivo, a bebida adquirir uma tonalidade palha. E somente três locais da França podem chamar os seus vinhos por esse nome: Tain-l’Hermitage, Crozes-l’Hermitage e Larnag.

Os valores de comercialização são ligeiramente mais elevados que os outros vinhos citados nesta lista. Hermitage pode ser comprado por 20 euros, 50 euros e até além disso.

10 – Côtes de Provence

Tomar um vinho deste tipo equivale a apreciar maravilhosamente o seu tempo livre. Os vinhos tintos são os favoritos, contudo a produção de vinhos brancos também tem se fortalecido nos últimos tempos.

11 – Tavel

Esse vinho se beneficia pelas cerca de 2700 horas de luz natural na região de cultivo, bem como um vento intenso local que recebe o nome de mistral.

Esses dois elementos naturais são fantásticos para a combinação de uvas assemblage.

O Tavel cai perfeitamente bem com a gastronomia italiana, o cuscuz e as salumerias.

12 – Châteauneuf du Pape

No lado sulista do Rio Ródano, o Châteauneuf du Pape conquistou status impecável com um vinho tinto, embora as vinhas também gerem um excelente vinho branco.

A popularidade é tamanha que o valor de venda pode ultrapassar os 100 euros por garrafa, girando em torno de R$ 400.

E esse preço exorbitante nem sempre se refere aos melhores anos.

13 – Riesling

A variedade mais famosa de Alsácia. Uma estrela que realiza verdadeiros milagres ao ser colocada na mesa lado a lado com o chucrute. Essa combinação tem até um nome próprio: Gewürztraminer.

Essa bebida é facilmente encontrada e é altamente recomendada para a realização de harmonizações.

A cepa, que é marcada em função de seu gosto de fruta, também acompanha determinados peixes, ostras e até sopa de legumes.

Mas você também deveria saborear esse vinho francês com um belo queijo fresquinho e/ou um bolo. Essa mistura é fantástica!

14 – Sancerre

A região a leste de Bourges conta com cerca de 2700 hectares que geram essa denominação reconhecida pelo gosto longo e memorável na boca. E a sua versatilidade pode ser vista como grande diferencial para os outros tipos.

Afinal, o Sancerre pode ser bebido prontamente ou também após vários anos armazenado em condições ideais. O vinho é branco, porém distinto e merece ser experimentado pela maior quantidade de pessoas.

15 – Saint-estèphe

Na beira do Rio Garona se encontra uma enorme quantidade de denominações de Bordeaux, inclusive o Saint-estèphe.

Definido como “vinho tinto cru”, esse produto possui uma capacidade de envelhecimento incrível: cinco décadas.

É uma bebida que cai muito bem com uma carinha assada. É possível adquirir uma garrafa por até 10 euros.

Conclusão

E aí, gostou das nossas dicas para explorar esse berço dos vinhos finos? Espero que você consiga garimpar algo aí nas suas lojas locais, ou pela internet.

Há várias oportunidades de promoções esperando por você.

Boa sorte! E se precisar de dicas, já sabe. Comentários abaixo! 🙂

Este post foi útil?

Clique em uma estrela para votar!

Nota média / 5. Contagem de votos:

Conheça nosso E-book
Você também vai gostar
França, Países

2 Comentários. Deixe novo

Maurício Sant'Anna
21 de dezembro de 2018 16:04

O Título não deveria ser 15 regiões e sub regiões da França para provar bons vinhos?
Não tem um (1) sequer vinho indicado como o título informa.

Responder

    Enquanto eu editava este texto me vieram várias ideias de como explorá-lo. Minha primeira opção era “15 estilos de vinhos franceses…”. E a outra era a sua, de citá-los como regiões e sub-regiões. Como eu não queria entrar no assunto das regiões e sub-regiões francesas neste texto, decidi simplificá-lo. Por isso não citamos nenhum vinho. Minha intenção é que o leitor veja um Cotê du Rhone como um “estilo de vinho”, por falta de uma expressão melhor.

    Meu intuito aqui é que a pessoa que leia o texto comece a identificar esses nomes quando encontrá-lo em uma garrafa de vinho francês. “Acho que já vi esse nome em algum lugar”. Dá pra perceber que você é um conhecedor de vinhos um pouco mais avançado, rs.

    Nós ainda não temos um artigo tratando das regiões francesas, mas ele está em produção. No máximo, quando falamos de cada variedade de uva, explicamos qual a origem geográfica delas, o que acaba ensinando um pouco das regiões francesas…

    Muito obrigado pela sua observação, continue fazendo-as! 🙂

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fill out this field
Fill out this field
Digite um endereço de e-mail válido.

Talvez Você Também Goste

Menu